O Mito De Aprender Inglês Estudando Gramática Destruído 97


Aprender Inglês Estudando Gramática Mito

É hora de falar a verdade sobre este assunto de forma beeeeeeeem clara.

Aprender inglês estudando gramática é um péssimo conselho e uma péssima escolha!

A questão é: por quê?

A gramática te ajuda a aperfeiçoar os seus conhecimentos sobre o idioma.

A gramática te ensina a falar e a escrever o idioma de forma correta.

So, what’s the problem?

O Caminho Correto Para Aprender Inglês

A maneira correta de aprender um idioma, seja o inglês ou qualquer outro, é muito simples. No entanto, a maioria das pessoas parece não perceber isso.

Quando ficamos obcecados em estudar regras gramaticais e termos técnicos sem ter uma boa base de conhecimentos do idioma antes, nós simplesmente perdemos tempo, procrastinamos. Como resultado, criamos uma grande confusão desnecessária em nossas mentes e prejudicamos o nosso aprendizado.

Se mantemos o foco apenas em ler e escrever em inglês, também prejudicamos nosso aprendizado, pois uma pessoa que somente lê e escreve em inglês vai se tornar boa exatamente nisso: ler e escrever em inglês. Na hora de ouvir e de falar, ela certamente terá grandes dificuldades.

Mas então o que devemos fazer para ter um aprendizado da forma mais correta possível?

Well, it’s very simple.

Devemos ouvir muito inglês e falar muito em inglês.

Não está convencido ainda?

Continue lendo!

Como Nós Aprendemos A Falar Em Português

Quando éramos crianças bem pequenas (olha o pleonasmo hehe :D), nós obviamente não sabíamos falar nada, mas estávamos em contato com nosso idioma o tempo inteiro. Seus pais ou pessoas de sua família falavam com você, faziam sons engraçados, e com o passar do tempo você começou a falar suas primeiras palavras.

Anos depois, você começou a falar suas primeiras frases em português. E aquele contato com o idioma sempre se manteve, todos os dias, praticamente o tempo inteiro. Com alguns anos de vida você já falava português naturalmente.

Pense nisso por um instante: você não estudou gramática nem aprendeu termos técnicos quando criança. Você aprendeu português ouvindo as pessoas à sua volta, os sons à sua volta, e começou a falar naturalmente por consequência de toda a aquisição que seu cérebro conseguiu fazer neste período. Você não forçou nada. Você simplesmente ouviu e falou, ouviu e falou, ouviu e falou. Repetiu o que ouviu incessantemente. Somente na escola é que você começou a estudar os detalhes do idioma, ou seja, gramática e outras coisas mais, para aperfeiçoar tudo o que você já sabia.

Percebe o papel da gramática no aprendizado de um idioma?

Percebe a extrema importância de ouvir e falar, ouvir e falar, ouvir e falar?

Este é o caminho correto para aprender inglês, e quando você mantém o foco nessas atividades, você consegue ter um aprendizado muito mais eficiente do que de qualquer outra maneira.

Ler e escrever em inglês também são atividades muito importantes que você deve levar lado a lado com os processos de ouvir e de falar, mas nunca faça somente isso. O ideal é fazer tudo isso, mas ter como prioridade máxima ouvir inglês todos os dias e falar em inglês todos os dias.

As 7 Dicas Essenciais Para Ouvir E Falar Em Inglês Sem Complicações

1. Ouvir inglês todos os dias

Pode ser através de músicas, podcasts, vídeos diversos, filmes e seriados de tv.

2. Ouvir áudio que você gosta e torná-lo compreensível para você

Isso é muito importante: evite áudio que você não gosta de ouvir. Por exemplo: se você não gosta muito de seriados de tv mas adora músicas, selecione material do tipo que mais te agrada. Você pode escolher material que contenha bastante vocabulário que você já conheça, ou então material com pouco vocabulário já conhecido, ou até material com vocabulário totalmente novo. Mas atenção: nunca se esqueça de estudar bastante o que for novidade e aprender contextos, para que você consiga tornar o áudio que você não entende em áudio compreensível.

3. Repetir o que você ouvir

Repita, repita e repita. Repita tudo de importante e útil que você aprender ouvindo inglês.

4. Não ter medo de errar ao falar

Errar faz parte de qualquer processo de aprendizado em nossas vidas. Fale mesmo que você cometa erros. Acredite: a maioria das pessoas irá te ajudar a corrigir os seus erros se você demonstrar dedicação quando tentar se comunicar com elas.

5. Não ter vergonha de falar

A observação acima também vale para esta dica. Não se importe com o que os outros vão pensar de você falando em inglês. O que importa é o que você faz e acredita que pode conseguir fazer, e não o que as outras pessoas pensam do que você faz.

6. Não pensar em português

Na hora de falar em português, nós não tentamos traduzir nada. Nós simplesmente falamos. Na hora de falar em inglês, você deve fazer exatamente o mesmo. Não tente traduzir nada do português para o inglês, pois a probabilidade de você travar por tentar fazer uma análise do que vai dizer antes pode acabar fazendo você travar de verdade. Apenas tente falar direto em inglês, sem ficar pensando muito antes.

7. Esquecer regras gramaticais

Assim como não falamos português 100% corretamente muitas vezes, não se preocupe em falar inglês perfeitamente. No fim das contas, o que importa é conseguir se comunicar, expressar sua mensagem para as pessoas. Regras são importantes, mas a maioria só atrapalha! Forget it!

Para Os Comentários

Agora eu passo para você!

Você já procrastinou ou procrastina tentando aprender inglês mantendo o foco nas coisas que menos importam?

Você ouve e fala em inglês todos os dias?

Deixe um comentário abaixo nos contando um pouco sobre como você aprende inglês e o que você precisa começar a fazer para melhorar o seu aprendizado.

Take care!

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97 thoughts on “O Mito De Aprender Inglês Estudando Gramática Destruído

  • PFs

    Olá.. muito bom artigo..

    Procuro no dia a dia, ouvir bastante podcasts.. sinceramente “detesto gramática”, procuro também às vezes falar, coisa que não é muito frequente, mas tento.. e leio muito em inglês.

    Gostaria de ter oportunidades de falar mais.. acho que só assim terei condições de melhorar o idioma.

    Grande abraço!!

    • Diego Autor

      Obrigado por ter curtido o artigo :D

      Ouvir podcasts é muito bom, faz com que você pratique seu listening, e é muito bom saber que você também tenta falar em inglês quando possível. Enfim, você pratica atividades que são muito importantes para desenvolver seus conhecimentos, e é isso aí mesmo!

      Sei que muitos de nós não temos tempo no dia-a-dia para se dedicar ainda mais, mas sempre é possível bolar algum jeito de quebrar esta dificuldade.

      Um grande abraço!

      • Mateus

        Cara embora possa ser verdade,mas cara como é que podemos tentar ouvir e falar,se em primeiro lugar a maioria das palavras em english são pronunciadas tão rápidas quanto um raio,e também o fato do sotaque ou você esqueceu do detalhe.; o certo é fazer um curso pago bom,que resolve tudo :)

        • Tiago

          Curso não é garantia de aprendizado cara. Falar com nativos ajuda, ou com alguém que sabe, porque se ele ver que vc não entende bem ele fala mais devagar.

          • Neilimar

            Ótimo artigo!! Muito oportuno.
            Estou estudando fora do Brasil, mas o ensino foca na gramàtica. Muito parecido 90%, com os cursos no Brasil. O lado bom é falar ingles na rua.
            Não me ajuda muito. Se puderes me indicar um programa de imerção que me ajude a aproximar dos falantes nativos, alguma forma que não seja memorizar a regra gramatical (adjetivo, tempos verbais) agradeceria muito.

          • Priscila Klopper

            Hey, dear! Aqui é a Priscila. Tudo bem?
            Dá uma olhadinha no nosso canal no youtube: http://youtube.com/inglesja que a Fabi dá dicas maravilhosas e tenho certeza que te ajudará muito a praticar sem ter a gramática como referência :)

    • Rogerio Da Silva

      Olá caro colega !
      Realmente as dicas que foram passadas funcionan é lógica pura e simples. Minha dica ;não como expert mas como pessoa que trilhou o caminho das pedras é o seguinte : se está começando a treinar listening começe com diálogos básicos não aqueles de exercícios de livros que são chatos mas ajudam mantenha seu foco na conversa diária, assuntos básicos tipo podcast de programas como casa e saúde hobbies etc…mas evolua acompanhe material mais avançado para manter a meta elevada e para praticar ,custa mas vale cada tostão aulas com professores nativos via verbling ou italki. Vai por mim e sucesso nesta longa caminhada. …

  • samuel

    É uma dica importante! Aprendi bastante quando comecei a não ter medo de falar e de ouvir também. Estar atento ao que se ouve e quando der vontade de interagir e dar sua opinião, se empodere e faça! Ninguém vai te julgar porque você não fala perfeitamente, pois a maioria dos anglo-saxonic@s que conheço somente falam inglês, sequer tem a bonita experiência de expressar-se em outro idioma.

    Valeu Diego pelo texto!

    • Diego Autor

      Eu concordo com você Samuel! É claro que nós temos que tentar sempre melhorar nossa fala, corrigir nossos erros, mas o que acontece muito é as pessoas ficarem com medo do que vão pensar delas quando tentarem falar em inglês. É tipo como se esperassem chegar um dia em que o inglês delas esteja perfeito para só então começar a falar, quando na verdade é importante fazer isso desde o começo.

      Obrigado por ter curtido o texto!

      Abraços!

  • Gabriella Fernandes

    Olá Diego,

    Então, eu discordo de você um pouco. Sabe, eu percebo que quando se aprende a língua naturalmente, como você cita o português, é mais difícil para perder os vícios de linguagem e erros graves de concordância como nós mesmos fazemos. Exemplo: Para mim fazer…. a gente vamos…

    São infinitos erros que adquirimos na linguagem falada e mesmo passando 11 anos na escola muitas pessoas (muitas mesmo!!) não conseguem readequar a linguagem.

    Quando a pessoa participa de entrevista de emprego, por exemplo, não consegue utilizar uma linguagem adequada, já se tornou parte dela a linguagem informal errada.

    Acredito que a gramática é fundamental, assim como o processo de ouvir e tentar falar desde o início. O ideal seria ambos juntos, um complementando o outro.

    Bom, essa seria minha opinião. Adoro o blog e seu trabalho, acompanho sempre.

    Obrigada

    • Diego Autor

      Olá, Gabriella!

      Realmente o que você lembrou sobre os vícios de linguagem e dificuldade para readequá-la são verdades que acontecem mesmo, mas eu não sei se de repente isso prejudica tanto em algumas situações, como em uma entrevista de emprego, como você citou no exemplo. Na verdade, dá para contar nos dedos o número de pessoas que falam o português mesmo corretamente. Até mesmo professores não falam 100% corretamente, quanto mais entrevistadores! Mesmo assim, faz sentido o que você falou e você tem razão. Se uma pessoa consegue conciliar a prática de ouvir e de falar bastante o idioma que ela quer aprender ou aperfeiçoar, e fazer com que a gramática ande lado a lado com isso, melhor ainda. Com certeza o aprendizado se dará da forma mais correta possível.

      Muito obrigado pela sua opinião :D

      Valeu por curtir meu trabalho e por acompanhá-lo!

      Um grande abraço!

      • Elisabete

        Olá Diego

        Entendo a preocupação da Gabriela, mas concordo com você. Já vivenciei situações com falantes de Língua Inglesa e aprendi que o mais importante é conseguir se comunicar, se fazer entender. Em contrapartida, falantes de Língua Inglesa quando falam Português também cometem erros e nós conseguimos entendê-los. Tive uma intercambista dos Estados Unidos que morou em minha casa por um ano que falava: – que delícia, hoje tem “pão quentinha”.
        Abraços e continue a nos dar informações valiosas.
        Elisabete

        • Diego Autor

          É justamente essa questão a qual eu tento fazer com que as pessoas percebam, Elisabete! Também já presenciei estrangeiros falando bem português, mas não perfeitamente, trocando por “a” onde seria “o” e esse tipo de coisa, e é possível compreender o que a pessoa quer falar sem problemas. Aliás, se houver um erro, alguém sempre pode aconselhar, corrigir, ensinar o certo, e assim os erros serem corrigidos. Não há constrangimento nenhum nisso!

          Os gringos mesmo do blog Real Life English, que moram em Belo Horizonte, defendem isso e dizem que é muito importante falar, se comunicar mesmo que com erros. Obrigado por ter compreendido a mensagem do post!

          Um grande abraço!

  • Amanda Cardozo

    Concordo com o que você escreveu, Diego
    No curso que faço, treinamos muito o “conversation”, que na minha opinião é fundamental pra desenvolver a naturalidade na hora de falar e conversar em inglês.
    Também adoro ouvir músicas. Eu faço assim: ouço a música várias e várias vezes até conseguir cantar junto com o cantor.
    E às vezes, também assisto o canal “CNN International” totalmente in English. É difícil, mas consigo entender um pouco do que eles dizem.
    E claro, leio blogs tipo esse, que nos ajuda a aperfeiçoar nosso English.
    Só preciso diminuir um pouco o sotaque, como já disse, que atrapalha na pronúncia de algumas palavras.
    And I need to think in English too, right? =)

    A big Hug

    • Diego Autor

      Então, Amanda, o fato de no seu curso ser muito treinada a conversação é um ponto muito positivo que com certeza ajuda demais a facilitar na hora de falar, conversar em inglês com alguém.

      Quanto às músicas, você está fazendo certinho. Quando ouvimos várias vezes até aprendermos a cantar junto, significa que fizemos a aquisição de conhecimentos de forma natural. Quando você sabe a letra de uma música, você na verdade conseguiu aprender tudo aquilo de fato.

      É isso mesmo, é preciso ouvir bastante inglês e tentar falar, e acompanhar também bons sites pela internet que possam agregar conhecimentos sempre é recomendado. Fico feliz que o meu seja um dos que você gosta de ler! :D

      Obrigado!

      A big hug!

  • Rita

    Diego suas dicas são ótimas. Tenho as dificuldades apontadas por você, como a vergonha de falar errado. Concordo que o método que da ênfase à gramática nos inibe ainda mais porque no meio de uma conversa tentamos lembrar das regras e o diálogo não flui. Qual sua opinião sobre o aprendizado do inglês on line, funciona? É possível evoluir a fala e a escuta?
    Contratar essas escolas de inglês on line dá resultado?
    Obrigada

    • Diego Autor

      Muito obrigado, Rita. É exatamente esse problema que ocorre na hora de falar quando nos preocupamos muito com a gramática.

      Com relação a aprender inglês online, eu não posso dizer nada, pois nunca tive uma experiência com uma forma de aprender assim. Mas ouço falar muito bem de alguns cursos online como o da Ana Luiza, do site Inglês Online, e o da Fabiana Lara, do Inglês Já.

      Gostaria de dar uma opinião, mas nessa vou ficar devendo!

      Abraços!

  • Fabiano

    Eu também acho isto, venho adquirindo vocabulário e escutando tudo que posso, quando estou dirigindo, ou fazendo coisas corriqueiras como andar na rua tento pensar em inglês.

    A questão de aprender desta maneira é, quando crianças sempre que ouvimos “porta, copo, água” alguém sempre nos apontava para o objeto por isto acabamos associando o som da palavra a este objeto e depois vamos repetindo. Quando queríamos água dizíamos Aga, e assim fomos formando a associação das palavras, então comecei a pegar dicionários e textos relacionados a objetos que mostram a palavra aos objetos. Quanto à musicas, eu estou pegando as letras em inglês traduzidas e associando as palavras fonadas com objetos, tipo happy, associe à uma carinha feliz e assim por diante, pois não adianta saber cantar a música sem saber sobre o que está falando cada palavra.

    Usando isto percebi que já percebo algumas palavras em filmes e músicas.

    • Diego Autor

      Muito bom Fabiano! Sua dica sobre associar palavras com imagens é muito interessante e também ajuda muito, com certeza!

      É ótimo saber que isso está te ajudando. Quem sabe essa sua dica possa ser de grande ajuda para mais pessoas?

      Obrigado e um grande abraço!

  • Emerson

    Parabéns pelo belo trabalho, Diego!!!
    Sempre leio as suas matérias, o fato de você nos notificar via e-mail também ajuda muito a lembrar!!!
    Cada post é um incentivo a mais para continuar lutando…

    Grande abraço

  • Lucas

    É também acho que a melhor maneira de aprender inglês seja de uma forma natural, da mesma forma que aprendemos o português.

    Uma coisa que tento fazer todos os dias, é criar diálogo comigo mesmo (em pensamentos) em inglês. Até porque isso já era uma coisa que eu fazia em português enquanto não estou fazendo nada que exija concentração, como andar na rua, cozinhar, antes de dormir e etc…

    De tanto fazer isso, às vezes, sem mesmo perceber, estou pensando em inglês!

    Parabéns por todo esse seu trabalho que você anda fazendo na internet para ajudar as pessoas a aprenderem inglês!

    • Diego Autor

      Criar diálogos sozinho é uma prática muito boa, Lucas. Dá pra fazer isso com músicas também, por exemplo, conversar com letras de músicas. Pode parecer loucura, mas ajuda bastante também, hehe!!

      Muito obrigado pela força! Vou continuar tentando ajudar sempre!

      Um abraço!

  • Deyse

    Olá Diego!! Tudo bem?
    Parabéns pelo artigo! Concordo que não se aprende inglês somente com a gramática.
    Meu inglês fluiu bastante com as aulas de conversação.
    Na minha opinião, quando você lê ou ouve algum material editado, dificilmente você vai ouvir erros, tipo: pra “mim” fazer / menas … e por aí vai…Porque a partir do momento que você tem um convívio com uma língua escrita ou falada por pessoas que dominam um idioma, dificilmente você vai aprender a falar ou escrever errado.
    Assinei a revista Speak Up e estou adorando as matérias e o áudio que acompanham a mesma. Acho que este material vale a pena. (desculpe-me pelo marketing) para quem quer praticar o idioma. Uma pena aqui no Brasil termos apenas uma única revista que acompanha um cd de áudio em inglês. Caso você conheça algo parecido com este material, gostaria que me enviasse.

    Abraços! … e sucesso para todos nós, sonhadores com a fluência em inglês! rrsrss

    • Diego Autor

      Oi, Deyse! Tudo bem sim, espero que com você também :D

      Com certeza a conversação é uma das práticas que mais ajudam na evolução do idioma, e eu concordo com os pontos que você colocou no seu comentário.

      Sobre a revista Speak Up, não tem nenhum problema recomendar! Tudo o que for de qualidade e que puder ajudar as pessoas a aprenderem inglês deve ser compartilhado mesmo! Infelizmente, ainda não conheço nenhuma outra revista com material parecido, mas se alguma hora eu descobrir eu tentarei lembrar de compartilhar.

      Um grande abraço e é isso aí, sucesso para todos nós!

  • marina

    Boa tarde, Diego

    Adorei as sua dicas, realmente são muito boas.
    Parabéns pelo blog, está cada vez melhor!!!

    Thank you for everything!!!

  • Luciana

    Procuro ouvir e pode parecer loucura, mas algumas vezes repito várias vezes sozinha até achar que falei da forma correta a palavra que não entendi rsrsrs. Ouço músicas, procuro ver seriados, filmes sem a legenda e algumas vezes anoto minhas dúvidas e vou pesquisar no dicionário. Claro que não entendo 100% das palavras, muitas vezes entendo pela “dedução”, mas tem sido proveitoso, até desenhos vejo em inglês :D Enfim, tento “esquecer” o Português enquanto estou estudando o Inglês, apesar de não funcionar sempre. Espero ficar fluente para alcançar outros objetivos que tenho. AMO estudar a língua inglesa. Rumo a fluência!

    • Diego Autor

      Muito bom, Luciana! Vejo que você utiliza vários recursos que apresentam a linguagem real falada no dia-a-dia da língua inglesa, e isso é muito importante. Se está sendo proveitoso, mantenha-se firme e dedicada que tenho certeza que você chegará ao seu objetivo!

      Um grande abraço!

  • Claudio

    Concordo com o artigo. Quando comecei, dei sorte de meu primeiro professor ser nativo, nascido na Nova Zelândia. Tenho certeza de que isso fez toda a diferença devido a propriedade com que ele ensinava as coisas, a propriedade de saber daquelas coisas desde criança, desde sempre. Procuro participar das salas de conversação e das aulas ao vivo todos os dias em meu curso pela internet, hoje em dia. Depois de ouvir, falar, errar bastante, vou atrás de fazer as lições e os estudos complementares sugeridos pelos professores/orientadores.
    Iniciei agora a participar em blogs como o seu e estou achando muito instrutivo e proveitoso.
    Fiquei sete anos afastado dos estudos e agora a maior dificuldade é acordar os conhecimentos arquivados no cérebro, relembrar o vocabulário e formar as frases durante os bate-papos e as aulas.
    But, nothing as day after day.
    Obrigado.

    • Diego Autor

      Olá, Cláudio!

      Que ótimo você ter tido comp primeiro professor um falante nativo e ele ter conseguido te passar conhecimentos com bastante propriedade. Certamente isso fez uma bela diferença a seu favor!

      Continue com sua dedicação e aproveite bastante as dicas dos melhores sites da internet (fico feliz que o meu seja um dos que você gosta de ler para aprender! Valeu!).

      Um grande abraço!

  • Miguel

    Concordo com o que escreveu…Ouvir e falar são MIL vezes mais importantes do que ler ou escrever.
    Mas acho que SÓ ouvir e repetir não ajuda muito não… [Perceba que disse “só, somente”, não estou dizendo que não funciona, estou dizendo que esse exercício sozinho não dá muito certo.]
    Temos que usar esse aúdio, não só para melhorar listening e speaking, mas também para aprender como usar a língua, novos “chunks”, aprender a extrapolar. É ouvir, falar, entender, modificar aos poucos, e extrapolar. Pelo menos foi assim que aprendi inglês.

    Desculpem se eu ofendi alguém aqui, não tive a intenção, só quis falar o que acho, a minha opinião. Críticas e opiniões serão bem-vindas!

    Ah, gostaria de indicar um recurso que uso todos os dias…
    http://www.ted.com/
    Simplesmente INCRÍVEL!!!!
    Vejam e se surpreendam!

    Diego, uma pergunta: Quanto tempo você acha que leva a ser fluente inglês?

    Obrigado,
    Miguel

    • Diego Autor

      Olá, Miguel!

      Com certeza não devemos ficar só ouvindo e repetindo, mas isso deve ser tratado como prioridade máxima no aprendizado, na minha opinião. Como eu escrevi no texto, o ideal é fazer de tudo um pouco, como ler e escrever também. Você tem razão quando a ir além, extrapolar, descobrir novos chunks of language, que são muito importantes no aprendizado e eu concordo plenamente com isso. Embora isso não tenha sido citado no texto, é um assunto que eu ainda irei explorar aqui no Inglês Com Rock, pois é mais um excelente caminho para se extrair o que de melhor a música pode oferecer no aprendizado de um idioma.

      Muito obrigado pela sua opinião e pela recomendação do site TED. Eu já havia visitado ele algumas vezes e é mesmo muito bom!

      Quanto à sua pergunta sobre fluência, é impossível determinar em quanto tempo uma pessoa pode se tornar fluente. Depende de muitos fatores, depende de cada um. Uma pessoa que utiliza os métodos corretos com disciplina e muita dedicação, naturalmente acaba tendo mais chances de se tornar fluente no idioma e mais rápido do que uma pessoa que faz o contrário. A fluência é algo muito relativo, mas que pode ser alcançada sim por quem se dedica de verdade!

      Um grande abraço!

  • domingos

    Aprender falar a língua inglesa tem se tornado uma necessidade. Tudo o que se vai fazer esbarra na necessidade de saber essa língua…..

    • Diego Autor

      Você tem razão, Domingos. Hoje em dia o inglês tornou-se imprescindível em nossas vidas!

      Obrigado e um grande abraço!

  • gerson carvalho

    Hi Diego. Best wishes.
    It’s highly useful that subject and you developed it in a clear way as ever. Every time I access Inglês com Rock I improve my skills of the English language.

    Till again later on

    Gerson

    • Diego Autor

      Hi, Gerson!

      Thank you! I’m glad you liked this English tip :D

      I hope you can learn even more with the next articles!

      See you!

  • Angelica

    Olá, Diego.
    Primeiramente, parabéns pelo site, super bacana..
    Eu sempre tive uma facilidade muito grande com a gramática da língua inglesa, e dificuldade no ouvir e falar.
    A dica é super válida mesmo, ultimamente ouço e falo muito mais e notei uma considerável melhora no meu desempenho.. Aliado é claro ao estudo da gramática também…
    Sou fã do site..

    Kisses!

    • Diego Autor

      Oi, Angélica!

      Muito obrigado, é muito bom saber que você gosta do meu site :D

      Vejo que você consegue conciliar agora a prática de ouvir e de falar mais inglês com o estudo da gramática. Isso é muito positivo.

      Obrigado pelo seu comentário!

      Kisses!

  • Marcio

    Fala Diego, beleza pura? Rapaz, é o seguinte: entendo que para se aprender inglês (no sentido de conseguir se comunicar) é necessário ouvir e falar. No entanto, a falta de um conhecimento básico da gramática me impedem de “ir além” em uma simples conversa. Coisas como o uso adequado do in, on, at. Uso adequado das questions words, só para citar alguns exemplos. E claro, a limitação de vocabulário. Além disso, quando quero escrever algo em inglês para alguma pessoa as limitações gramaticais e vocabulares me deixam com um nível de comunicação escrita muitíssimo raso. Como minha base gramatical em português é muito fraca, penso em suprir tal deficiência (pelo menos o básico de sintaxe e morfologia) para depois passar para o estudo gramatical do inglês, me sentindo assim mais confiante. Não adianta você me falar que tal verbo em inglês é regular ou irregular, está no particípio perfeito, etc, se eu não sei como tais coisas “funcionam” na língua portuguesa, concorda? Desse modo vejo essa minha falta de base um empecilho ao meu desenvolvimento rumo à uma fluência desejada. E claro, continuar a ouvir e tentar ainda que de forma rudimentar, falar… O que acha dessa minha visão? Ou seja, paralelo ao desenvolvimento gramatical básico (português e inglês) o mesmo em relação ao speaking e o listening. Abraços e sucesso…

    • Diego Autor

      E aí, Márcio! Beleza sim, espero que esteja tudo certo com você também!

      Eu com certeza defendo a idéia de aprender o básico no que se refere à gramática da língua inglesa, porque é algo que já dá uma boa ajuda para você falar, escrever, enfim, de uma forma mais correta. Você exemplificou o uso das preposições in, on e at, mas uma coisa eu te digo: mesmo quem manja muito de inglês se confunde quando precisa usar uma delas. É algo que somente vivenciando bastante o idioma você consegue pegar, e provavelmente ainda haverá a chance de cometer erros. Mas é aquela coisa: isso não é tão importante quanto pode parecer. É como um estrangeiro que vem aqui e fala “a carro”, “o mesa”, etc. Você percebe que ele está falando errado, mas entende o que ele fala. Pra mim o importante é isso, essa é a minha visão pessoal sobre o assunto gramática.

      Outra coisa que você citou, verbos regulares ou irregulares, os nomes dos tempos em que determinados verbos estão, esse tipo de coisa é algo que eu nunca me importei em aprender, saber, enfim, eu posso dizer que eu sempre fui uma pessoa que só se importou em aprender o significado do que eu ouvia. Com certeza as pessoas que lêem meu blog já notaram que, diferentemente dos outros blogs, eu não falo nenhum técnico nem nada disso, eu apenas mostro frases, expressões e seus significados.

      Eu não acredito também que uma pessoa necessite ter tanto conhecimento de gramática para conseguir se tornar fluente. Cada um sabe as dificuldades que enfrenta em um aprendizado de idiomas, e se você sentir que precisa melhorar a parte de gramática especificamente, eu diria “vá em frente”, mas a verdade é que o importante vai ser sempre conseguir se comunicar, mesmo que com erros.

      Bem, pelo menos essa é a minha opinião no assunto!

      Um grande abraço!

  • Marcio

    Boa noite, Diegão.

    Achei suas colocações extremamente sensatas. Me fez lembrar de um texto que li recentemente do profº Denilso de Lima onde ele dizia que o que mais atrapalha quem quer se comunicar em inglês é querer falar como um nativo. Particularmente nós brasileiros. Ou seja, você foi direto ao ponto quando disse: “a verdade é que o importante vai ser sempre conseguir se comunicar, mesmo que com erros.” O seu “vá em frente” foi animador. É verdade amigo, sinto que preciso fechar algumas lacunas na minha formação tanto em português como em inglês. Além disso, sinto a necessidade de entender as coisas de forma um pouco mais detalhada.

    No que diz respeito a recursos de comunicação e interação, você poderia indicar algum site e/ou comunidade na qual possa entrar para interagir com pessoas do meu nível (básico) em inglês, treinando assim meu listening e speaking? Recentemente comecei a acessar o Skype e achei uma ferramenta fantástica. Penso que seria utilíssima para o desenvolvimento de habilidades no aprendizado do inglês. No mais, meu amigo, fique com Deus e um forte abraço.

    • Diego Autor

      Olá, Márcio!

      Eu também havia lido o texto do Denilso no blog dele, o Inglês Na Ponta Da Língua, e concordo com tudo o que ele tinha escrito na ocasião.

      Fico feliz por ter te animado e pela minha opinião poder ter sido passada de uma forma sensata pra você. Também fico feliz por você ter consciência sobre o que precisa melhorar e estar disposto a fazer isso!

      Sobre os recursos, eu infelizmente não conheço nenhum para indicar, somente ouvi falar também de outras pessoas que assim como você utilizaram o Skype para praticar com outras pessoas. Mas se eu descobrir algo útil, com certeza vou dar um jeito de indicar, ok?

      Um grande abraço, amigo! God bless you!

  • elson

    Diego, eu concordo com você, pois aprender inglês por meio da gramática é meio burrice. Seria a mesma coisa que dizer que aprenderemos melhor do que os nativos, quando na verdade temos que aprender da mesma forma que os nativos aprendem: errando. Ou não é dessa forma que os nativos aprendem? A opinião da Gabriela eu
    respeito, mas se eu for seguir o raciocínio dela, os ingleses deveriam ensinar os seus filhos gramática antes de ensinar de forma natural errando e tropeçando em palavras. Seria inviável ensinar dessa forma para uma criança, e outra, temos que aprender inglês no mais parecido possível como os falantes nativos. Muitos aprendem a escrever até um livro em inglês mas nao conseguem falar 20 minutos. Esse é o mal da gramática.

    • Diego Autor

      Olá, Elson!

      Esse é o meu modo de pensar também. Aprender um idioma é algo que acontece naturalmente, não decorando regras, mas sim vivenciando, ouvindo, falando, repetindo sons, palavras e frases – até que tudo isso comece a se tornar parte de você.

      A gramática, no meu ponto de vista, serve como um apoio ou uma forma de melhorar e aperfeiçoar os conhecimentos já adquiridos.

      Todos aprendem um idioma passando por diversas experiências do dia-a-dia. Foi assim comigo, com você e com todo mundo.

      Qualquer pessoa pode parar para refletir um pouco sobre isso e perceberá que faz sentido.

      Muito obrigado pela sua opinião sobre o assunto, Elson!

      Um grande abraço!

  • Deborah Stead

    Gostei muito do seu artigo, concordo e discordo de você em certos pontos. Me mudei aqui pra Inglaterra há quase 3 anos e sou casada com inglês. Tive que aprender o Inglês por livre e expontânea necessidade de vida. hehehehe Mas cheguei a uma conclusão. É muito importante ouvir e conversar em Inglês. Mas na realidade são poucas pessoas que tem essa chance real de inserção pra poder realmente pegar no tranco. Por isso é MUITO importante aprender a gramática e o vocabulário. Nós levamos em média 2 anos pra começar a falar o Português, isso ouvindo nossos familiares falando o dia todo. Quando precisamos aprender uma nova língua, não temos tempo pra perder, precisamos aprender bem rapidinho e não teremos a chance de viver os dois anos com uma família ouvindo as frases, repetindo, enfim aprendendo naturalmente. Por isso temos que cortar o caminho e aprender a montar as frases pois não teremos a chance de ouvir 200 vezes antes de decorar. Infelizmente não tem jeito. Pra ficar fluente em pouco tempo precisamos COMER os livros, aprender a gramática e diversos vocabulários e assim ouvir muito Inglês, assistir vídeos, filmes, séries, tudo que for possível. Assista com legenda em Inglês pra começar a associar as palavras que você sabe com a pronúncia e arranje amigos que queiram praticar. Good luck with your language adventure! See you! ;)

    • Diego Autor

      Hi, Déborah!

      Muito obrigado por ter gostado do artigo e por compartilhar a sua opinião sobre o assunto!

      Seu ponto de vista com certeza deve ser muito bem observado, afinal, você vive o idioma e é casada com um inglês, portanto eu entendo que você compreenda até melhor do que muitas pessoas o que é preciso para conseguir se comunicar.

      Como você pôde ler no artigo, eu não recomendo que ninguém se preocupe demais com gramática, mas é claro que ela é importante e se possível deve ser levada lado a lado para auxiliar melhor o aprendizado de cada um.

      Mas é isso aí. É muito legal saber o que cada um pensa, e essa liberdade para concordarmos ou discordarmos e compartilharmos experiências é o mais importante!

      Thank you so much!

      See you!

  • Eduardo

    Discordo completamente do abandono à gramática. Graças à essa prática, vemos que as pessoa não falam nem o Português corretamente, que dirá um idioma estrangeiro? Quem aprende ouvindo errado, falará errado. Pra quê decorar se é mais fácil aplicar uma regra simples? Isso é “pegar atalhos”. Concordo que, para aprender o Inglês informal, isso até ajuda, mas você não pode se apresentar no mercado de trabalho e falar em inglês algo como “eu faço as tarefa” ou mandar um e-mail para um cliente forrado de erros de ortografia. Portanto, depende de qual é o objetivo desse aprendizado.
    Essa política do “odeio gramática” é de quem realmente não quer estudar. Ouvir músicas, cantar, falar é ótimo, mas lembre-se que estamos no Brasil e somos alfabetizados em Português, portanto, não temos Inglês a nossa volta o tempo todo… Uma coisa complementa a outra e isso deve ficar claro na cabeça das pessoas, pois a galera já não quer saber de estudar e com certeza vê em um texto como esse um grande apoio para o “odeio gramática”….

    • Diego Autor

      Eduardo, eu não defendo o abandono da gramática. O que eu tentei expressar, no meu ponto de vista sobre o assunto, é que colocar o foco exagerado em cima da gramática atrapalha.

      Quantas e quantas escolas de idiomas ou até mesmo as escolas normais atolam seus alunos com livros e exercícios de gramática para que os mesmos decorem regras e tudo mais e deixam de lado a parte da comunicação – ouvir e falar? Posso garantir que 90% ou mais!

      O que acontece com essas pessoas que aprendem fazendo centenas de exercícios de gramática e não ouvem ou tentar falar inglês? Elas não conseguem falar nem uma frase em inglês direito! Mal conseguem entender um simples áudio que passem para elas!

      Para mim o foco deve ser outro: ouvir e falar. A gramática entra no processo como uma forma de aperfeiçoar o que você já sabe e corrigir os erros. Ninguém é perfeito. Ninguém vai sair falando o idioma perfeitamente. Ninguém no mundo fala seu idioma perfeitamente.

      Eu concordo quando você fala sobre o objetivo do aprendizado de cada um. É claro que uma pessoa que vai precisar do inglês principalmente para o seu trabalho vai ter que tomar mais cuidado e fazer o máximo para aprender melhor e minimizar ao máximo os erros.

      Pessoas que terão que lidar com situações extremamente formais também precisam fazer com que seu aprendizado seja o melhor possível, mas nunca será perfeito.

      Eu discordo sobre não termos o inglês à nossa volta o tempo todo. Eu acho que hoje em dia, mais do que nunca, o inglês está inserido no mundo todo, o tempo todo.

      Músicas, filmes, seriados de tv, propagandas, produtos, programas, na internet, roupas, sapatos e muitos outros – o inglês está em toda parte.

      Embora sejamos alfabetizados em português, nós temos tudo o que precisamos para aprender inglês. As informações estão mais fáceis de serem encontradas do que nunca.

      Tudo o que nos coloque em contato com o idioma de forma que possamos assimilá-lo e colocá-lo em prática é o ideal a ser utilizado. Portanto, não é ficar grudado em livros com regras e termos técnicos que vai fazer você sair falando inglês, mas sim a convivência com o idioma.

      Não é preciso estar em um lugar onde só se fale inglês para ter contato o tempo todo com o idioma. Nós é que fazemos esse contato acontecer com os recursos que temos ao nosso redor.

      Para mim, mais vale uma pessoa ouvir e compreender o que ouve e conseguir se comunicar, passar sua mensagem para outras pessoas. O objetivo maior de se aprender uma outra língua sempre vai ser se comunicar. Se isso acontecer com erros, ótimo. Se acontecer quase sem erros, excelente. Se não acontecer, aí já não é muito bom.

      Muito obrigado por compartilhar a sua opinião conosco! Cada um tem seu ponto de vista, e eu procurei expressar o meu da maneira que mais faz sentido para mim.

      Abraço!

    • Dinho

      Eduardo, na minha opinião você está totalmente equivocado. Está ocorrendo uma confusão por parte de algumas pessoas aqui (incluindo você). Eu não vi no texto do Diego nada a respeito de “aprender ouvindo errado” ou “abandono da gramática”.

      Primeiramente, uma pessoa aprende a falar errado (menas gente, a gente fomos) porque sempre ouviu outras pessoas falando errado, isso é muito comum no Brasil, todos sabemos que educação nunca foi o forte do nosso país. Então eu pergunto, se uma pessoa aprende outro idioma ouvindo pessoas falando corretamente, como é que ela vai falar errado? Se ela nem mesmo ouviu a forma errada, da onde ela inventaria esses erros? Só porque não leu as regras? Então ela aprende a falar corretamente, mas inventa erros porque não fez os exercícios? E não se trata de “inglês informal”, isso depende da sua fonte. Agora uma coisa é certa, TODO mundo traz um grau de informalidade em seu vocabulário.

      Esse discurso de protesto contra falar errado não tem nada a ver com o que esta sendo passado no texto do Diego. Aliás, falando em “português”, é conveniente atentar para a interpretação de textos, isso também faz parte de um bom português.

      É um absurdo falar que tentar aprender a se comunicar antes de aprender regras gramaticais é “preguiça” ou “pegar atalho”. A comunicação é algo natural do ser humano, isso é fato, ninguém escreve uma série de regras no papel e diz: “pronto, inventei um novo idioma”. Eu até gostaria de ensinar as regras gramaticais do português para minha filha de 2 anos, mas não tem como, mesmo assim ela esta se comunicando de maneira razoável e evoluindo naturalmente, tenho certeza que quando chegar a hora dela aprender as regras gramaticais ela já será fluente em português e pode ter certeza que ela não estará “eu faço as tarefa”.

      Afinal, quem disse que você precisa saber a regra gramatical para falar corretamente? Faça o teste, pergunte a 10 pessoas cultas (pode incluir você também) por que as palavras “júri”, “jóquei”, “tórax” e “várzea” são acentuadas. Anote quantas pessoas responderão naturalmente e corretamente o porquê (se tiver). Depois pergunte aos que errarem por que eles sabem escrever e falar da maneira correta, mas não sabem as regras gramaticais destas acentuações. Note, que eu falei regras gramaticais.

      Uma coisa é você absorver a gramática no contexto das frases (porque é algo intrínseco), outra coisa é você se afundar nas regras gramaticais. Na verdade você não abandona a gramática, você só não se foca nelas. Inclusive neste próximo ponto discordo, ou melhor, atualizo as informações do Diego, pois atualmente a maioria das escolas tradicionais de ensino de idiomas (que são criticadas pela formalidade) já caminham para este tipo de ensino, eles já procuram dar uma “camuflada” na gramática, basta dar uma olhada nas dinâmicas de aula e nos materiais, não é uma opinião é uma realidade.

      É isso que o texto do Diego diz, ouvindo pessoas falando corretamente, tentando falar da mesma maneira, se corrigindo e/ou sendo corrigido eventualmente e mantendo-se em constante absorção do idioma você terá um bom vocabulário em seu idioma alvo. Você não precisa perder tempo decorando as regras porque você não faz isso nem com o português, será que é difícil perceber isso? Agora se o cidadão gosta de estudar, entender e decorar as regras, ok, que vá em frente, é óbvio que ninguém estará errado por isso. Mas que fique bem claro que estamos falando de comunicação, conhecer as regras do jogo de xadrez ou do novo game pode ser o bastante para que você faça parte da “turma” de jogadores, mas, em se tratando de comunicação em outro idioma a coisa é diferente.

      No mais, eu acho muito interessante esta exposição de opiniões diversas, porque elas servem para duas coisas: para que você perceba onde você estava errado em seu ponto de vista ou para que você perceba que a opinião do outro é tão absurda que só reforça a sua, rsrs. De qualquer maneira estamos todos aprendendo sempre e sempre.

      • Diego Autor

        Wow!!!

        Muito obrigado pelo excelente comentário, Dinho! :D

        Com certeza o maior e melhor comentário que já passou por aqui!

        Você entendeu 100% da mensagem que eu tentei passar no meu texto. Fico muito feliz por isso.

        Mas é isso mesmo, cada um tem sua maneira de enxergar as coisas, e o importante é ter uma discussão saudável sempre respeitando a opinião alheia.

        Cheers, and all the best!

  • jefferson matheus

    Mas Diego, você disse que não adianta ouvir o que a gente não entende, que é perda de tempo escutar coisas que não entendemos, mas quando éramos crianças também não entendiamos nada, e foi escutando que começamos a entender, correto??? E eu não tenho ninguém pra falar inglês aqui no meu lugar. Tem alguma dica para eu praticar conversação de outra maneira?? Obrigado.

    • Diego Autor

      Na verdade, Jefferson, talvez eu não tenha me expressado muito bem naquela parte. Eu quis dizer que nós devemos ouvir o que gostamos, e sim, é verdade que quando éramos crianças não entendíamos o que ouvíamos e passamos a entender. Ou seja, eu também acredito que podemos ouvir algo que não entendemos e passar a entender. Eu vou reescrever aquela parte para ficar mais claro isso, porque eu concordo.

      Sobre praticar conversação sem ter outra pessoa, eu também passo por isso, assim como você e muitas pessoas. Existem algumas alternativas que eu gosto de utilizar e que talvez você possa gostar se tentar.

      Por exemplo:

      Você pode tentar “conversar” com letras de músicas. Funciona assim: você lê alguma frase ou trecho e tenta responder ou fazer algum comentário utilizando o vocabulário que você já possui. Pode parecer coisa de louco, mas ajuda hehe!!

      Outra alternativa também é tentar descrever o que você vê outras pessoas fazendo durante o dia. É uma forma de usar o que você já aprendeu e de ir se acostumando mais com o idioma.

      É só não ter vergonha! Se você não tem com quem praticar speaking, você precisa encontrar uma maneira de fazer isso sozinho mesmo.

      Espero ter ajudado um pouco!

      Um grande abraço!

  • lordtux

    Oi Diego, concordo plenamente com você. É mais ou menos assim que estou estudando. Mudei muito minha maneira de estudar depois que li o livro Domesticando o Dragão, de Walter Herman. Recomendo muito a leitura, ele aborda muito bem essa questão de assimilar um novo idioma e os exercícios no livro são ótimos. Senti uma boa evolução desde que comecei a colocar em prática.

    • Diego Autor

      Muito bom! Obrigado por compartilhar sua opinião comigo e achei muito interessante o livro indicado ter mudado pra melhor o seu aprendizado. Ainda não conheço este livro.

      Um grande abraço!

  • Renata

    Olá!
    Bem legal este post!
    Estou na Irlanda estudando inglês e eles focam muito na gramática… não entendo nada rsrsrs…
    Mas quando saiu sozinha para ir em alguma loja, supermercado, consigo me virar bem…
    Vai entender… rs.
    Mas vou seguir os seus conselhos… escutar música e assistir filmes, mesmo estando fora do Brasil… é sempre válido.
    E para quem está criticando o seu recado, pergunte o que é “ditongo, tritongo e hiato” kkkk…

    Um beijo!

    • Diego Autor

      Olá, Renata!

      Obrigado por ter gostado do post!

      Você citou o grande problema que acontece quando o foco é muito colocado em gramática: a dificuldade de entender inglês.

      Com certeza é muito válido sim ouvir músicas, assistir filmes e tudo mais que apresente o inglês que realmente é falado na vida real.

      Fico feliz por você estar se virando bem aí na Irlanda! Se as pessoas te entendem e você consegue entendê-las, mesmo que sem perfeição (perfeição não existe!), isso é ótimo – é o que importa!

      Algumas pessoas não concordam com o que eu escrevi pois muitas vezes interpretam como se eu estivesse falando para esquecer totalmente a gramática, o que não é verdade. Eu apenas penso que a gramática é uma ferramenta que deve ser utilizada para ir corringindo erros, aperfeiçoando o que já se aprendeu.

      Well, desejo muito sucesso pra você!

      Um beijo!

  • Tiago Cesar

    Postagem muito elucidativa. Há um bom tempo que desconfio de muitas formas tradicionais de educação e aprendizagem. Seu post seguiu essa linha ao apontar aspectos mais relacionados à experiência vivida da língua, a exemplo do falar e ouvir. Ao participarmos desses processos as chances de condicionarmos nossos pensamentos e sentimentos às experiências da língua inglesa são muito mais eficientes. Ouvir músicas agradáveis, pensar em inglês, falar etc. Tenho seguido essa linha e creio que em algum momento terei uma maior habilidade nessa língua. Acredito nesses métodos porque agindo assim estamos fazendo o inglês parte integrante de nossas vidas e não apenas de um momento de esforço intelectual numa sala de aula ou com um livro de gramática nada estimulante para a maioria dos leitores.

    Parabéns pelo blog! Sucesso!

  • Juliane

    Já ouvi e li textos de profissionais que falam exatamente isso: o ensino segmentado e bem organizado, com auxílio da gramática, não é a melhor forma de aprender, pois o aprendizado natural se dá em meio ao caos (numa cidade com sotaques e vários barulhos te atrapalhando).

    Infelizmente, não tenho como fazer mais isso com o inglês, mas, para uma futura língua, acho algo válido.

  • Neri Junior

    Nunca gostei dos cursos de ingles do Brasil e resolvi estudar por conta própria e hoje vejo que isso funcionou faço um curso de inglês onde a aula inteira é ouvindo e falando e posso comprovar que minha comunicação (em inglês) é muito melhor que outros alunos que somente fazem cursos, peco ainda na gramática mas isso vem com o esforço.

    att.

  • Fábio

    Diego, tudo bem?

    Então, li seu texto e me identifiquei muito, pois já fiz inúmeros cursos de inglês e NUNCA consegui terminar nenhum, acho que, justamente, porque eles sempre começam pela gramática e acabo achando um saco e entediante.

    Bom, tomei como meta para 2014 aprender um pouco de inglês, mas não sei muito bem por onde começar, você teria algum material que pudesse indicar para a gente ouvir, ler e praticar?

    Desde já, agradeço e parabéns pelo site.

    Abraços,

    Fábio Alexandre

  • Sergio

    Argh! Estou cansado de sites que comparam o aprendizado de uma criança a o de um adulto.
    Nós podemos aprender muito mais rápido que eles pq nós já temos alguns “atalhos neuronais”. Eu uso gramática, sim – e com muito sucesso. Mas eu também construo vocabulário usando o aplicativo Anki, que utiliza a repetição espaçada como técnica principal. Depois, a imersão é muito mais orgânica.

    Dá pra falar fluentemente em 6 meses,e estudando meia hora TODOS OS DIAS. ninguém precisa concordar comigo, mas eu tenho certeza que é um método destruidor.

    • Alexandra

      Concordo plenamente com vc Sérgio! a gramática a meu ver torna tudo mais lógico, pra mim funciona melhor do que eu ficar ouvindo textos sem saber como montar frases em inglés. Por exemplo, se eu não souber que “will” é um verbo auxiliar de futuro, vou ficar tentando traduzí-lo e perderei um tempão, o que com uma simples explicação do porquê já resolveria. E sim, aprendemos mais rápido do que crianças ;)

  • Robson

    Foquei muito só em gramatica , regras e regras achando ser o mais importante e realmente fiquei bom em escrever e ler inglês, mas quando chega a parte de escultar e entender ai complica rsrs! Mais vou seguir essas suas dicas que parecem ser bem eficazes.
    Muito show como você abordou esse assunto.
    Parabéns
    Abraço!!

  • cacilda

    Ola faco ingles a seis anos em casa faco muita gramatica nesse tempo todo fiz de tudo
    amo musica estudo demais , vejo muito site acho que nao tenho raciocino rapito demoro muito
    nao acho minha teacher maravilhoza nao sei onde mais pesquizar

  • Luciano

    Bom, antes de Tudo, a minha pergunta é, se apessoa que se acostuma estudar de tudo quanto é tipos de frases todos os dias, desde que também esteja revisando, é claro, e também ouvindo falantes nativos, como também tem programas legendados em inglês, como por ex: VOA, e outros, e também praticando leitura, e assistindo filmes legendados, a pessoa chegará falar fluente dentro de poucos anos, sem que venha precisar de um teacher? sabendo que há muitos sites bons de ensino como por ex: English Experts, Inglês na ponta da lingua, Influx Blog, Inglês online, os quais quem a pessoa esteja vinculado, se inscrevendo para estar recebendo seus emails? Então, vire e mexe eu estava indo em escolas, mas pelo financeiro não me ajudar tanto assim, para eu poder estar estudando em uma “boa escola”, prefiri largar mão , e começar a estudar por conta própria, sem que alguém estivesse por perto, ou algo que podesse estar me atrapalhando, pois estou aprendendo muito e me desenvolvendo muito bem, pondo sempre em pratica aquilo que eu aprendo por através desses sites, e acho, não tenho certeza, que por através do meu esforço, não vou pecisar frequentar aulas em escolas, além de eu ter que pagar um dinheiro, pegar ônibus, atender o pedido como vai ter que ser dado a aula do teacher, e apenas só frequentar duas aulas ou até só uma aula por semana, pois acho isso muito bem provável, que eu não volte, a não ser que eu tivesse uma oportunidade para estar fazendo intercambio, caso contrário muito difícil, eu voltar.

  • Francisco

    De fato, é possível começar o aprendizado pelo inglês falado, mas é importante levar em consideração as prioridades de quem está aprendendo o idioma. Eu mesmo aprendi por necessidades acadêmicas e profissionais, onde o inglês escrito pode ser até mais importante que o inglês falado. Nesse caso, não ter um bom conhecimento de gramática pode lhe custar pontos em credibilidade e competência!

  • Johny

    Cara!!! O ótimo artigo!!!! Tomei um tapa na cara aqui… mas faz parte!!!
    Vou tentar aplicas as dicas aqui!!!

    Sim!!! Já procrastinei muito aprendendo inglês!!!

  • aderito antonio nhalungo

    eu aprendei o meu englesh por palavra e palavra esso tudo so porque numca tive a oportunidade de estar numa escola tecnica capaz d densevolver o meu englesh devido as minhas condicoes financeiras mas sempre queis aprender a a lingua sempre sacrifiquei tudo pela lingua q nem agora ainda faco todo o meu melhor para poder dominar lingua perfeitamente ate perguntava aos q sabiao mas sempre me diserao o erado sempre q perguntava e ate d outras vezes ate me riao e me diziao q englesh is not for everyone mas como tava apaixonado pela lingua nao me deixei levar por uke falavao acreditei em me e hoje faco a esses todos q me queriao me ver a dizistir renderem pela maneira q me expresso ate tive a oprtunidade de representar moz em varios paises como china ,japao .angola ,burinde e kenia

  • Paulão

    Gostei muito do artigo…pois o pouco que sei aprendi mais ouvindo as músicas que gosto tipo: forever young (Alphaville).build (housemartins) love hurt (nazaret) entre outras,pena que nem sempre temos pessoas falantes do idioma por perto para conversar um pouco,porém é uma sensação gostosa quando entendemos a letra da música que gostamos.Good lucky

  • rafael

    Mano , eu estou fazendo exatamente isso , eu assisti a série todo mundo odeia o chris diversas vezes em pt-br , e hoje estou vendo ela so que totalmente em inglês , mano meu vocabulário ta aumentando muito , descubra significado de diversas palavras pelo contexto tbm , e mais as vezes automaticamente meu cérebro ja vai montando a frase em inglês na minha cabeça perfeitamente , eu dei uma olhada na gramatica basica tipo , have , had e has , these , those , e etc.Eu sempre tive contato com o idioma por causa dos meus jogos ,mas ta muito melhor agora , no natural kk ate hoje eu n sei as regras do portugueses de imperativo disso ou daquilo , verbo transitivo kkk, simplesmente eu falo , e to fazendo exatamente isso com o ingles. e ta fluindo perfeitamente consigo ja ver vídeos no youtube em inglês e consigo compreender . muito boa sua dica ai.

  • Dimas

    comparar o jeito que uma criança aprende como jeito como um adulto aprende é um equivoco, adultos já tem uma gramática consolidada que é o português e eles tomam a L1 como parametro. A criança não, ela está em transformação por isso adquirem (não aprendem) a língua com maior naturalidade.

    • Priscila Klopper

      Olá, Dimas!
      Aqui é a Priscila. Tudo bem?
      Sim, você tem razão. Porém acreditamos que o adulto também pode ter acesso à Gramática Universal e adquirir a língua.
      A maior facilidade da criança, além da parte que ela ainda está em desenvolvimento, é a parte social. Os adultos normalmente
      têm um bloqueio social muito grande, pressão em achar que vão se sair mal, medo do que as pessoas vão achar e etc. (o que crianças
      não têm).
      Então, se o adulto tentar olhar para a L2 sem se preocupar em comparar com a L1, tenho certeza que vai ter um aprendizado melhor.
      Isso porque a gente tem sim mania de ficar comparando mas tem coisas que não são comparáveis, que não existe tradução exata, e o adulto
      fica procurando explicação em algo que é somente pegar e falar.
      Anyways, essa “discussão” é extensa e existem várias vertentes,mas é o que acreditamos :)

  • Juliana

    Foi ouvindo heavy metal todos os dias que aprendi inglês,tudo que está aqui é a mais pura verdade. Hoje sou professora de inglês.

  • tania

    Estou fazendo curso de INgles a um ano. Nao consigo ainda ao assistir uma série entender o que dizem…estudo muito…gravo as palavras e se significado…falo elas até bem….mas nao consigo formar frases me perco toda. O que faço?

    • Priscila Klopper

      Hey, Tania!
      Pratique bastaaante! Isso ajuda muito! Mesmo que você não tenha com quem praticar ou se tiver quem corrigir – apenas force tua mente para produzir. Com o tempo, você mesma vai corrigir os seus erros :)

  • Denise Radichi

    Ótimas dicas e para ratificar o meu pensamento, realmente aprender a falar inglês com foco em gramática é complicado!

  • Jackson Almeida de Freitas

    Boa noite,gostei muito do artigo. Preciso aprender inglês para obter uma boa colocação no mercado Offshore que é essencial.

  • Marco

    Permita-me discordar do texto. Acredito que faltaram alguns detalhes importantes, como contextualizar a dica. Da forma como está, o post sugere que a gramática é menos importante, quando não é.
    Imagino que o texto explica que gramática não é importante para situações informais, talvez em uma viagem turística, no máximo.
    Acontece que, fora desse contexto, a gramática é essencial. Tanto que os empregos internacionais estão indicando agora que querem candidatos que se comunicam efetivamente e claramente na língua.
    Sempre que converso com um english speaker ele me lembra da necessidade das preposições. Sem elas o texto fica confuso e fere a regra da comunicação clara e efetiva.
    Pensar que apenas pronunciar palavras em inglês é suficiente pode parecer agradável em um primeiro momento, mas para qualquer contato mais relevante com um estrangeiro vai mostrar que não é bem assim.

    • Priscila Klopper

      Olá, Marco!

      Na verdade, como diz no início do post, a gramática é ótima para “aperfeiçoar” a fluência em um idioma. É exatamente o mesmo processo do português, quando aprendemos. Quando fomos para a escola entender a gramática, já sabíamos nos expressar até muito bem. É disso que trata o texto, pois muitas pessoas acham que se tornarão fluentes apenas estudando gramática e se cobram muito nesse processo, entende? Isso quer dizer que é muito mais provável alguém se tornar fluente ouvindo e falando e, depois, estudando a gramática para aperfeiçoar do que partindo da gramática.
      Agora, quando você fala que “apenas pronunciar palavras em inglês é suficiente” pode ter entendido o post de maneira diferente. “Ouvir” e “falar” não é mesma coisa de “pronunciar palavras” — isto é, a dica é que a pessoa incorpore as regras mesmo não as estudando — o que aconteceu quando aprendíamos a nossa língua; ou você primeiro precisou estudar que o passado de “eu vou” é “eu fui”? Como é um verbo normal, que se ouve e se fala muito recorrentemente, você entende o que quer dizer e vai em frente.
      Espero ter entendido a explicação :)
      Obrigada pelo comentário!

  • Antonio Marcos Candido

    Pois é!!!
    Aprender Inglês não é tarefa fácil, não existe formula mágica para isso. É difícil e requer muita dedicação. Costumo dizer ” Se todos que já tentaram aprender Inglês neste país, Brasil. Ele seria nossa segunda língua, talvez até idioma oficial”.
    Então vamos ao comentário ref. ao que disse acima. O quê disse faria sentido, mas infelizmente não funciona na pratica. Como uma vez disse a um proprietário de uma escola de idiomas. Ele abordou o mesmo assunto. Então disse a ele que funcionaria se tivessemos contato com o Inglês 24hrs por dia. Como acontece com as crianças que estão começando a reconhecer os sons dos pais…e ai vai.
    Infelizmente os aprendizes de qualquer idioma, não se esforçam para aprender. Acreditam que tendo 1 ou 2 hrs de aulas semanais é o bastante. Isso é um fato convivo com isso diariamente com alunos tantos de escolas particulares como meus alunos VIPs.
    Quando eu estudava Inglês eu não tinha os recursos que essa geração tem hoje; sites, blogs, utube com tutores excelentes. Se fosse no meu tempo eu teria aprendido Inglês mais rápido. Digo isso a eles, envio links desses sites, dou dicas que eu não tive na época e é frustrante, eles não se interessam.
    Preferem acreditar em propagandas enganosas que os deixam ainda mais discrentes de seu potencial. Não aprende-se um idioma por osmose. Sinto dizer mas as colocações que fez acima eu discordo . Não são todos ruins mas aprender como crianças de berço é impossível a menos que se mude para um país de língua nativa, no caso Inglês. Ai, então acredito que aprenderá sem estudar. Vamos ser real…Não há recompensa sem labor.

    • Priscila Klopper

      O que você falou, procede. Aliás, um dos princípios que sempre falamos é exatamente este: que todo e qualquer curso só faz efeito mesmo a partir do esforço do aluno. ;)